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Fotógrafo suíço fala da sensação de fotografar sucuris gigantes, nos rios de Bonito-MS

O suíço Franco Banfi fotografa a vida selvagem há 35 anos. Além de fazer registros de baleias, ele sempre participa de expedições para fotografar cobras na região de Bonito, no Matogrosso do Sul.

A sensação de fotografar uma cobra como essa é incrível! Pessoalmente, ela parece ser mais escura, mas quando chega perto, é possível ver o quão grande essa sucuri é. Em toda minha carreira essas são as maiores que já fotografei”, disse.

Banfi viralizou na internet por protagonizar uma imagem impressionante do momento em que ele mesmo fotografa uma sucuri com mais de 200 quilos.

A foto de “bastidor” foi feita por Daniel De Granville (@danieldegranville), que é guia e também responsável por auxiliar esses fotógrafos subaquáticos em rios da região de Bonito

Granville, que também é biólogo, disse que seu trabalho é garantir tanto a segurança dos viajantes quanto a das sucuris, para que elas não se sintam ameaçadas pela presença do homem.

“Caso o animal se sinta incomodado, a expedição termina naquele momento”, explicou o biólogo.

CORRIGINDO UMA IMAGEM ERRADA DAS SUCURIS

Granville reforça que a difusão das imagens das sucuris vem contribuindo para a desmistificação de que se trata de um animal perigoso. E as fotos, que mostram tantos detalhes, ajudam no avanço das pesquisas científicas.

Segundo o biólogo, muitos proprietários rurais, hoje, demonstram orgulho em ter sucuris em suas propriedades.

“Antes, era relativamente comum quererem se livrar destes animais por medo. Hoje, eles nos chamam para mostrar o bicho quando encontram.”

A ÉPOCA IDEAL

O inverno é o período mais favorável para conseguir encontrar e fotografar as sucuris, segundo o Daniel.

“Por conta das baixas temperaturas nessa época, as noites são frias e, durante o dia, as sucuris costumam sair para tomar sol de manhã e acaba sendo o momento que fica mais fácil para fazer os flagrantes”, disse Granville.

Segundo ele, é preciso paciência antes de encontrar os animais, porque eles são discretos, não costumam fazer barulhos e não deixam rastros.

Para mais informações, acesse a matéria original no G1

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